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Convenção Batista Nacional - Secção Minas Gerais

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Convenção Batista Nacional - Secção Minas Gerais
O sacerdócio no lar

A Bíblia ensina que Jesus Cristo nos comprou com seu sangue para fazer de nós reis e sacerdotes (Ap 5.9,10), o que nos faz compreender a visão do sacerdócio universal do crente. Diferente da idéia pintada pela igreja há séculos, não temos duas categorias distintas na Igreja: o clero e os leigos. Todos são sacerdotes e deveriam funcionar como tal. A Bíblia distingue posições de governo dentro da Igreja Local, mas não limita o sacerdócio a uns poucos cristãos. Todo crente deve ‘funcionar’ em seu lugar no Corpo de Cristo, e todos têm a responsabilidade de ministrar ao Senhor, bem como aos homens, em nome d’Ele.

Esta visão tem sido resgatada em nossos dias, e somos gratos a Deus por isso. Contudo, mesmo para aqueles cujo coração já se encontra aberto a esta verdade, ainda vemos muitos com uma dificuldade: a de não enxergarem o sacerdócio do lar como algo fundamental.

O sacerdócio começa no lar

Antes de ser sacerdote na igreja, o homem tem que ser sacerdote na sua própria casa: É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher [...] e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como governará a Igreja de Deus? (Tm 3:2a, 4-5.)

Não é porque vai governar a igreja que o bispo tem que ter um bom lar, mas justamente o contrário. O homem tem que ser o pastor do seu lar; isto é requisito não só para quem ingressa no ministério de tempo integral, mas é um exemplo de vida cristã. E se a pessoa não cumpre um requisito básico da vida cristã, então não tem autoridade para ser um ministro à frente da Igreja.
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BATISTAS NO BRASIL
 
O trabalho dos batistas no Brasil começou a se organizar a partir da região Sudeste, com a chegada de missionários, imigrantes norte-americanos, em Santa Bárbara do D’Oeste, São Paulo, que em 10 de Setembro de 1871 organizaram a Primeira Igreja Batista em terras brasileiras. Mas os cultos eram realizados em inglês, para servir aos imigrantes norte-americanos.
O primeiro culto em português ocorreu dez anos depois com a chegada ao Brasil do missionário Willian Buck Bagby e sua esposa Anne Luther Bagby, que aprenderam o português no Colégio Presbiteriano de Campinas. Um dos instrutores do casal foi o ex-padre Antônio Teixeira de Albuquerque. Ele converteu-se ao protestantismo sozinho ao estudar a Bíblia. Tornou-se o primeiro brasileiro a ser consagrado pastor batista. 
Naquele mesmo ano, o casal Bagby, Zachary Clay Taylor e sua esposa Kate S. Taylor dando sequência ao plano evangelístico, foram para Salvador, Bahia onde fundaram a Primeira Igreja Batista do Brasil.
As organizações batistas americanas começaram a investir, mandando obreiros que aqui chegavam trazendo consigo o modelo da estrutura eclesiástica americana. Além da estrutura cuidadosamente organizada, as igrejas brasileiras fizeram questão de manter o modelo congregacional de governo, caracterizado pela autonomia de cada igreja local, uma marca dos batistas que predomina hoje.
Em 1907, as igrejas passaram a se agrupar nas chamadas convenções, com o objetivo de gerir causas comuns. Este trabalho ampliou-se, buscando a cooperação entre as igrejas. Foi organizada, então, a CBB (Convenção Batista Brasileira) no dia 22 de Junho daquele mesmo ano.
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